Contrato de Confidencialidade (NDA)

O presente Contrato de Confidencialidade (o “Contrato”) entra em vigor a partir de indique data vigênciacontrato_nda_0001 (a “Data de Vigência”), sendo celebrado em indique cidadecontrato_nda_0002/indique estadocontrato_nda_0003, entre:

Identifique a Parte A:

Esta pergunta define com precisão quem é a Parte A e quais dados serão usados para identificar o signatário em caso de cobranças, notificações, auditorias ou disputa judicial. Em contratos de confidencialidade, a identificação correta é essencial para comprovar quem assumiu a obrigação de sigilo e para evitar questionamentos sobre representação. Escolha a opção que corresponde à natureza da Parte A e preencha os campos com atenção.

Identifique a Parte B:

Esta pergunta define a Parte B e garante que o Contrato identifique corretamente quem receberá ou fornecerá informações confidenciais. A qualificação completa reduz riscos de nulidades por erro de identificação, melhora a prova do vínculo contratual e facilita a aplicação de multas, notificação de descumprimento e eleição de foro. Selecione a opção que representa a Parte B e complete os dados conforme documentos oficiais.

denominadas conjuntamente como Partes, e individualmente como Parte, as Partes celebram o presente Contrato, que se regerá pelas cláusulas e condições seguintes.

Qual é o tipo de obrigação de confidencialidade entre as Partes:

Esta pergunta define se o Contrato será unilateral (uma Parte divulga e a outra recebe) ou bilateral (ambas podem divulgar e receber). Isso é importante porque altera quem deve guardar sigilo em cada situação e evita que uma Parte assuma obrigações que não fazem sentido para o relacionamento. Selecione a opção que corresponde ao fluxo real de informações, pois isso impacta a aplicação das cláusulas de uso, acesso interno e penalidades.

Qual será a Finalidade autorizada para uso das Informações Confidenciais:

Esta pergunta define o motivo legítimo pelo qual as informações serão compartilhadas e limita o uso pela Parte Receptora. A Finalidade é fundamental para evitar uso indevido, como aproveitar dados técnicos, listas de clientes ou estratégias para benefício próprio. Uma Finalidade bem definida também ajuda a decidir quem pode acessar internamente e quando a divulgação a terceiros é permitida. Selecione a opção mais adequada e descreva o objeto de forma objetiva.

Como serão definidas as “Informações Confidenciais”:

Esta pergunta determina o que será protegido pelo sigilo, evitando que o Contrato seja amplo demais (e contestável) ou restrito demais (e ineficaz). A definição deve considerar que informações podem ser técnicas, comerciais, financeiras, estratégicas ou operacionais, e podem ser fornecidas por diferentes meios. Selecione a opção que melhor reflete como as informações serão compartilhadas e como a Parte Receptora deve reconhecê-las como confidenciais.

Quais exceções NÃO serão consideradas “Informações Confidenciais”:

Esta pergunta define limites objetivos do sigilo para evitar obrigação impossível de cumprir, como proteger algo que já é público ou que a Parte Receptora já conhecia legitimamente. As exceções também reduzem litígios, pois deixam claro quando a Parte Receptora pode provar que não houve violação. Selecione a opção que melhor corresponde ao nível de proteção desejado, mantendo um equilíbrio razoável entre proteção e praticabilidade.

Qual será o prazo da obrigação de confidencialidade:

Esta pergunta define por quanto tempo a Parte Receptora deverá manter o sigilo, inclusive após o fim da negociação ou do relacionamento. O prazo precisa ser realista e proporcional ao tipo de informação: dados técnicos e estratégicos podem exigir prazo maior, enquanto informações comerciais podem perder relevância com o tempo. Selecione a opção mais adequada e indique o prazo quando aplicável, considerando também a proteção de segredos de negócio.

Qual será a vigência do Contrato:

Esta pergunta define por quanto tempo o Contrato ficará formalmente vigente (enquanto instrumento), independentemente do prazo de confidencialidade. É útil para organizar quando cessam obrigações operacionais, como troca de informações, comunicações, devolução de materiais e encerramento formal do relacionamento. Selecione a opção mais adequada ao cenário: prazo fixo, até o fim de uma negociação específica ou prazo indeterminado com aviso prévio.

Qual padrão de cuidado a Parte Receptora deverá adotar:

Esta pergunta define o nível mínimo de proteção que a Parte Receptora deve aplicar às Informações Confidenciais. Sem esse padrão, o contrato fica vago e dificulta comprovar negligência ou descumprimento. O padrão pode ser “mesmo nível que usa para si”, “medidas razoáveis” ou medidas específicas. Escolha a alternativa compatível com a sensibilidade das informações e com a estrutura das Partes, evitando obrigação impossível de cumprir.

Quem poderá ter acesso interno às Informações Confidenciais:

Esta pergunta define se a Parte Receptora pode compartilhar informações internamente com empregados, diretores, sócios ou consultores. Esse ponto é crucial porque a maioria dos vazamentos ocorre internamente, por excesso de pessoas com acesso. Uma regra clara reduz risco e melhora a prova do descumprimento. Escolha a opção e, se necessário, defina critérios ou pessoas autorizadas, garantindo que o acesso seja proporcional à Finalidade.

Como será tratada a divulgação por obrigação legal, judicial ou regulatória:

Esta pergunta define o procedimento quando a Parte Receptora for obrigada por lei, ordem judicial, autoridade regulatória ou fiscalização a divulgar Informações Confidenciais. Sem uma regra clara, a Parte Divulgadora pode alegar violação mesmo quando a divulgação era inevitável. A cláusula deve equilibrar cumprimento da lei e proteção do sigilo, prevendo aviso prévio quando possível e limitação ao mínimo necessário. Selecione a opção compatível com a necessidade das Partes.

Como será a devolução ou destruição das Informações Confidenciais:

Esta pergunta define o que ocorre com documentos, arquivos, mídias e materiais que contenham Informações Confidenciais quando a Finalidade terminar ou quando a Parte Divulgadora solicitar. Sem essa regra, a Parte Receptora pode manter informações por tempo indeterminado, elevando risco de vazamento ou uso indevido. Selecione a alternativa que corresponda à política desejada e indique prazos de devolução ou destruição e, se aplicável, a forma de comprovação.

Quais serão os limites de uso, reprodução e engenharia reversa:

Esta pergunta define como a Parte Receptora pode usar as informações e se pode fazer cópias internas, testes, análises técnicas ou qualquer engenharia reversa. É um ponto essencial em áreas tecnológicas e industriais, pois o uso indevido muitas vezes ocorre sem “divulgação” a terceiros (apenas pelo aproveitamento interno). Selecione a opção que melhor protege a Parte Divulgadora sem impedir a Finalidade legítima, e indique os limites de cópias e análise.

Como ficará a propriedade intelectual e a concessão de licença:

Esta pergunta deixa claro que a divulgação de informações não transfere propriedade de marcas, patentes, softwares, métodos ou qualquer criação intelectual. Em NDAs, é comum haver confusão entre “receber informações” e “ganhar direito de usar comercialmente”. Uma cláusula bem escrita evita alegações futuras de licença implícita. Selecione a opção desejada e, se houver licença limitada para uso, descreva exatamente o alcance e o prazo.

Como será tratado o compartilhamento de dados pessoais (LGPD), se houver:

Esta pergunta é importante porque, mesmo em NDAs, podem aparecer dados pessoais (nomes, e-mails, telefones, currículos, registros de atendimento, dados de representantes). Quando dados pessoais são compartilhados, as Partes devem definir responsabilidades mínimas para uso, segurança e comunicação de incidentes, evitando riscos de responsabilização e sanções. Selecione a opção que melhor representa o cenário: inexistência de dados pessoais, compartilhamento incidental como controladores independentes ou tratamento como operadora sob instruções.

Haverá cláusula de não aliciamento (não solicitação) relacionada a pessoas e clientes:

Esta pergunta define se a Parte Receptora ficará proibida de aliciar empregados, prestadores, clientes ou fornecedores estratégicos da Parte Divulgadora durante e após a relação. É uma cláusula comum quando há acesso a equipes e carteiras de clientes. Para ser equilibrada, deve indicar prazo, escopo e limite objetivo, evitando proibição ampla demais. Selecione a opção e defina o prazo e o alcance do não aliciamento.

Haverá cláusula de não concorrência relacionada à Finalidade:

Esta pergunta define se haverá limitação de concorrência além do sigilo. Em muitos casos, a confidencialidade é suficiente; em outros, as Partes desejam limitar concorrência por prazo e território específicos, para evitar que a Parte Receptora use o contato e o conhecimento recebido para competir de forma imediata. Como a não concorrência pode ser questionada se excessiva, a redação deve ser clara e proporcional. Selecione a opção aplicável e informe prazo, território e atividade.

Qual será a consequência financeira por violação de confidencialidade:

Esta pergunta define se haverá multa contratual (cláusula penal) e como ela será aplicada em caso de divulgação ou uso indevido. Uma multa clara aumenta previsibilidade e pode reduzir discussões sobre prova do prejuízo. Ao mesmo tempo, a cláusula deve indicar exatamente quais condutas a acionam (por exemplo, divulgar a terceiros, usar fora da Finalidade, não devolver/destruir). Selecione a opção e indique valores e critérios, mantendo proporcionalidade.

Como ocorrerá a resolução de disputas decorrentes deste Contrato:

Esta pergunta define o meio para resolver conflitos sobre violação de sigilo, multas, devolução de materiais e demais obrigações. A escolha influencia custo, velocidade, confidencialidade e previsibilidade. Foro judicial é o padrão mais comum; arbitragem pode ser interessante quando as Partes desejam sigilo e decisão técnica; mediação pode ajudar a evitar litígios longos. Selecione a opção e indique cidade/foro ou câmara.

7. DISPOSIÇÕES GERAIS

7.1. Lei aplicável. Este Contrato será regido e interpretado pelas leis brasileiras.

7.2. Ausência de obrigação de contratar. A troca de Informações Confidenciais não obriga qualquer Parte a celebrar contrato definitivo, parceria, investimento ou operação, salvo instrumento escrito específico.

7.3. Independência das Partes. Este Contrato não cria sociedade, associação, mandato, vínculo trabalhista, representação comercial ou exclusividade, salvo se expressamente previsto em cláusula específica.

7.4. Alterações por escrito. Qualquer alteração deste Contrato somente terá validade se feita por escrito e assinada por ambas as Partes.

7.5. Tolerância. A tolerância quanto a descumprimento não implica renúncia de direitos, novação ou alteração do pactuado.

7.6. Divisibilidade. Se qualquer disposição for considerada inválida, as demais permanecerão válidas, ajustando-se a disposição inválida ao mínimo necessário para produzir efeitos lícitos.

7.7. Comunicações. As notificações e comunicações formais previstas neste Contrato serão feitas por escrito e enviadas aos endereços e e-mails indicados no bloco de assinaturas, considerando-se recebidas na data da entrega ou da confirmação de envio eletrônico, cabendo a cada Parte manter seus dados de contato atualizados.

7.8. Cessão e sucessores. Este Contrato obriga as Partes e seus sucessores a qualquer título. Nenhuma Parte poderá ceder ou transferir este Contrato ou as obrigações de confidencialidade, no todo ou em parte, sem o consentimento prévio e escrito da outra Parte.

7.9. Execução específica e tutela de urgência. As Partes reconhecem que a violação das obrigações de confidencialidade pode causar dano de difícil reparação, autorizando a Parte prejudicada a exigir o cumprimento específico das obrigações de fazer e não fazer e a requerer tutela de urgência ou inibitória para prevenir ou fazer cessar a violação, sem prejuízo da multa e das perdas e danos cabíveis.

Como será assinado o Contrato:

Esta pergunta define a forma prática de assinatura do Contrato no Brasil. A assinatura manuscrita sem testemunhas é muito comum e normalmente suficiente para validade, enquanto a assinatura com duas testemunhas pode facilitar a execução do documento em eventual cobrança judicial. A assinatura eletrônica é amplamente usada quando as Partes aceitam esse meio e desejam agilidade. Selecione a opção que corresponde à forma real de assinatura.

Certifique-se de que as condições necessárias foram selecionadas e que todos os campos estão preenchidos